<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-3463386361144018793</id><updated>2011-04-21T18:05:21.657-03:00</updated><title type='text'>O fio simbólico</title><subtitle type='html'>&lt;img src="http://photos1.blogger.com/x/blogger2/1897/422776655413088/1600/z/376778/gse_multipart16384.jpg"&gt;&lt;br&gt;
Tecelagem manual, Seus símbolos.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://ofiosimbolico.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3463386361144018793/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ofiosimbolico.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Glória Horta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15211956732848830399</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://www.gloriahorta.net/gloriajulho07.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>5</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3463386361144018793.post-578908316784779456</id><published>2007-03-25T14:18:00.000-03:00</published><updated>2007-03-25T20:40:54.729-03:00</updated><title type='text'>SEGREDO E VISIBILIDADE. TRADIÇÃO E TRANSMISSÃO</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Os preceitos básicos da tecelagem mantêm-se os mesmos desde os tempos pré-históricos até os nossos dias. Entretanto, para que uma técnica &lt;strong&gt;sobreviva&lt;/strong&gt;, é necessário que &lt;strong&gt;circule&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;Tudo que se transmite repetidamente é&lt;strong&gt; tradição&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;Desde que o homem subsitituiu peles de animais por trançados, a &lt;strong&gt;tecelagem nos acompanha&lt;/strong&gt; em todos os cantos do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Brasil, os escravizados trouxeram seus teares de dois pedais escondidos entre a parca bagagem. Em certas regiões de Minas Gerais, os europeus introduziram a técnica de quatro pedais a seu modo: ensinando a &lt;strong&gt;repetir sem criar&lt;/strong&gt;, por meio de "&lt;strong&gt;receitas&lt;/strong&gt;".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os índios produziam &lt;strong&gt;complexos padrões&lt;/strong&gt; apenas repetindo os mais velhos. A base da permanência da tecelagem no Brasil está calcada na oralidade e, consequentemente, na &lt;strong&gt;observação direta e na memória.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A repetição de padrões garante a &lt;strong&gt;unidade do grupo e o pertencimento do indivíduo&lt;/strong&gt;. Importante é repetir exatamente igual aos antepassados, depositários do conhecimento e responsáveis por sua permanência.&lt;br /&gt;A autoria e a inovação, entretanto, objetivam distinguir um indivíduo em relação aos demais, singularizando-os. &lt;strong&gt;O "novo" é uma obsessão em nossa sociedade&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir destas premissas, muito temos a &lt;strong&gt;refletir sobre o segredo e a visibilidade&lt;/strong&gt;. Quando ensinar? Quando manter em segredo? Quem merece saber? De quem devemos esconder?&lt;br /&gt;Separar o que merece permanecer do que não merece é uma instância de consagração bastante visível na &lt;strong&gt;seleção de conteúdos&lt;/strong&gt; programáticos de instituições de ensino, na &lt;strong&gt;seleção&lt;/strong&gt; de conteúdos da mídia, na &lt;strong&gt;seleção&lt;/strong&gt; de obras que "merecem" ocupar espaço em museus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Tecelagem Manual, a cestaria, as artes praticadas pelo povo, enfim, tudo que não é enquadrado pelo &lt;strong&gt;olhar eurocêntrico&lt;/strong&gt; da História da Arte, tal como nos é apresentada à primeira vista, são práticas abarcadas pela Antropologia, pela Cultura Popular, pelo "folclore".&lt;br /&gt;As distinções entre os termos artesanato e arte são questões debatidas exaustivamente nos meios acadêmicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Tecelagem Manual também é vista como "&lt;strong&gt;terapia&lt;/strong&gt;", assim como o canto, a dança, o riso, o beijo, enfim, tudo que &lt;strong&gt;os rituais&lt;/strong&gt; que perdemos levaram consigo.&lt;br /&gt;Neste momento, diversos grupos "inventam" novos rituais de casamento, de batismo, de velórios, de passagens.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tecer trazendo no coração todas estas perguntas é muito mais que produzir objetos de uso como tapetes e tecidos.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3463386361144018793-578908316784779456?l=ofiosimbolico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3463386361144018793/posts/default/578908316784779456'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3463386361144018793/posts/default/578908316784779456'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ofiosimbolico.blogspot.com/2007/03/segredo-e-visibilidade-tradio-e.html' title='SEGREDO E VISIBILIDADE. TRADIÇÃO E TRANSMISSÃO'/><author><name>Glória Horta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15211956732848830399</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://www.gloriahorta.net/gloriajulho07.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3463386361144018793.post-2831621971336640416</id><published>2007-03-25T00:14:00.000-03:00</published><updated>2007-03-25T20:42:27.045-03:00</updated><title type='text'>TECENDO A VIDA</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;O ato de tecer, em regiões distantes entre si e tempos distintos, sempre nos remete ao &lt;strong&gt;movimento ininterrupto da vida&lt;/strong&gt;. De maneira sumaríssima, diríamos que o &lt;strong&gt;quadrado&lt;/strong&gt; representado pelas quatro travessas do tear, as duas horizontais (inferior e superior) e as duas laterais (esquerda e direita) formam um quadrado que nos remete à idéia de limitação.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O limite da vida humana&lt;/strong&gt;, portanto.&lt;br /&gt;O conjunto dos fios verticais (urdidura), e seus atributos (cor, comprimento, espessura, eqüidistância), uma vez determinados, não se pode mais mudar. &lt;strong&gt;Urdir é preparar o destino&lt;/strong&gt;. Há circunstâncias e decisões que nos marcam para sempre. Acontecimentos, contextos, decisões, atos e fatos, palavras, perdas, situações à quais &lt;strong&gt;não poderemos jamais retornar para modificar&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;Impossível remontá-la, a urdidura, sem morrer e renascer. Este é o primeiro movimento em relação ao desenho da trama de nossa vida.&lt;br /&gt;Uma vez determinadas as características básicas do tecido, somos &lt;strong&gt;livres&lt;/strong&gt; para fazermos, dentro daquele comprimento, daquela largura, e das especificidades dos fios que se alternarão, a teia de nossa vida. &lt;strong&gt;Tramar é viver&lt;/strong&gt;. O movimento das navetes da esquerda para a direita e da direita para a esquerda é a &lt;strong&gt;construção da rotina que compõe a nossa história&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;A urdidura firme, composta de fios belos e de belas cores, não nos garante o bom resultado. Como trançaremos os movimentos cotidianos é o que vai dar beleza ao tecido final.&lt;br /&gt;No rolo da frente, sobre o colo do tecelão, fica enrolado o que já foi tecido, &lt;strong&gt;o passado simbólico&lt;/strong&gt;. No rolo de trás (ou de cima), o urdume por tramar, o futuro, o que ainda não foi feito, &lt;strong&gt;o que pode ser mudado.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Entre os dois rolos, &lt;strong&gt;entre o céu e a terra&lt;/strong&gt;, e limitados pelas travessas verticais da finitude humana, criamos diariamente a tela, a teia, onde fomos involuntariamente enredados.&lt;br /&gt;Que a tecelagem participe de nossa &lt;strong&gt;reflexão &lt;/strong&gt;sobre o mistério de viver.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3463386361144018793-2831621971336640416?l=ofiosimbolico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3463386361144018793/posts/default/2831621971336640416'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3463386361144018793/posts/default/2831621971336640416'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ofiosimbolico.blogspot.com/2007/03/tecendo-vida.html' title='TECENDO A VIDA'/><author><name>Glória Horta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15211956732848830399</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://www.gloriahorta.net/gloriajulho07.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3463386361144018793.post-8156661607143685089</id><published>2007-03-20T09:01:00.000-03:00</published><updated>2007-05-20T16:36:25.567-03:00</updated><title type='text'>O símbolo</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;O símbolo representa alguma coisa que não pode ser apresentada de nenhuma outra maneira e cujo significado transcende todos os específicos, e inclui muitos opostos aparentes (como, por exemplo, a Esfinge, a Cruz, etc). &lt;strong&gt;O sentido final do símbolo é livre e sem limites&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;Todo material simbólico deriva de um nível de experiência humana comum a toda a humanidade. &lt;strong&gt;A imaginação é o passaporte. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Jung e o tarô, de Sallie Nichols&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3463386361144018793-8156661607143685089?l=ofiosimbolico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3463386361144018793/posts/default/8156661607143685089'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3463386361144018793/posts/default/8156661607143685089'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ofiosimbolico.blogspot.com/2007/03/blog-post_13.html' title='O símbolo'/><author><name>Glória Horta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15211956732848830399</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://www.gloriahorta.net/gloriajulho07.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3463386361144018793.post-725381300279362928</id><published>2007-03-17T09:00:00.000-03:00</published><updated>2007-05-20T16:36:56.915-03:00</updated><title type='text'>Tecelagem na Mitologia Grega</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;AS MOIRAS, AS PARCAS E O DESTINO&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;“A palavra moira significa parte, lote, quinhão, aquilo que a cada um coube por sorte, o destino. Fiar era ocupação própria da mulher. O destino simbolicamente é fiado para cada um. A Moira, o Destino, em tese, é fixo, imutável, não podendo ser alterado nem pelos próprios deuses”.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;AS MOIRAS: NÃO SE PODE MUDAR O QUE ESTÁ ESCRITO&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;br /&gt;Os deuses do Olimpo, de Menelaos Stephanides&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;“Se, por um lado, Zeus reparte a dor e a alegria, suas filhas, as Moiras, deusas impiedosas, são aquelas que decidem sobre o destino final dos homens. Zeus jamais interfere no trabalho delas, porque ninguém tem o direito de mudar as leis que regem a vida. ..&lt;br /&gt;A primeira Moira, Cloto, &lt;strong&gt;tece o fio da vida&lt;/strong&gt; e determina o quanto irá viver. Quando a linha for cortada, a vida terminará. A segunda, Láquesis, &lt;strong&gt;sorteia de olhos fechados&lt;/strong&gt; o quinhão que cabe a cada um. Esse será seu destino, bom ou ruim. Ninguém pode mudar aa sorte porque a terceira delas, Átropos, escreve em um longo papiro, com letras imutáveis, tudo o que suas irmãs decidiram para cada ser humano. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Clique nos links para saber mais:&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Moiras"&gt;Moiras. Wikipédia. A enciclopédia livre&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://paginas.terra.com.br/arte/rosanevolpatto1/deusasmoiras.htm"&gt;Fiandeiras do destino&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://contoselendas.blogspot.com/2005/08/atena-e-aracne.html"&gt;Atena e Aracne&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3463386361144018793-725381300279362928?l=ofiosimbolico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3463386361144018793/posts/default/725381300279362928'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3463386361144018793/posts/default/725381300279362928'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ofiosimbolico.blogspot.com/2007/03/blog-post.html' title='Tecelagem na Mitologia Grega'/><author><name>Glória Horta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15211956732848830399</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://www.gloriahorta.net/gloriajulho07.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3463386361144018793.post-6216939500667147414</id><published>2007-03-16T21:37:00.000-03:00</published><updated>2007-05-20T16:37:32.451-03:00</updated><title type='text'>Tecelagem Africana</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;“Na sociedade tradicional africana, as atividades humanas possuíam freqüentemente um caráter sagrado ou oculto, principalmente as atividades que consistiam em &lt;strong&gt;agir sobre a matéria e transformá-la&lt;/strong&gt;, uma vez que tudo é considerado vivo. Toda função artesanal estava ligada a um conhecimento esotérico transmitido de geração a geração.(...)&lt;br /&gt;Antes de dar início ao trabalho, o tecelão deve tocar cada peça do tear pronunciando palavras ou ladainhas correspondentes às forças da vida que elas encarnam.&lt;br /&gt;O vaivém dos pés, que sobem e descem para acionar os pedais, lembra o ritmo original da Palavra Criadora, ligado ao &lt;strong&gt;dualismo de todas as coisas e à lei dos ciclos&lt;/strong&gt;. Como se os pés dissessem: Quando um sobe o outro desce. &lt;strong&gt;A morte do rei e a coração do príncipe. A morte do avô e o nascimento do neto. Brigas de divórcio misturadas ao barulho de uma festa de casamento.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Diz a &lt;strong&gt;navete&lt;/strong&gt;: Eu sou a Barca do Destino, o movimento, passo por entre os recifes dos fios da trama, que representam a vida. Do lado direito para o esquerdo e vice-versa. &lt;strong&gt;A vida é um eterno vaivém.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;A tira de tecido que se acumula e se enrola em um bastão sobre o ventre do tecelão representa o &lt;strong&gt;passado&lt;/strong&gt;, enquanto o rolo do fio a ser tecido simboliza o mistério do &lt;strong&gt;amanhã, o desconhecido&lt;/strong&gt;, o devir”. (História Geral da África)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3463386361144018793-6216939500667147414?l=ofiosimbolico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3463386361144018793/posts/default/6216939500667147414'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3463386361144018793/posts/default/6216939500667147414'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ofiosimbolico.blogspot.com/2007/02/marino-seja-bem-vindo-ao-planeta-terra.html' title='Tecelagem Africana'/><author><name>Glória Horta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15211956732848830399</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://www.gloriahorta.net/gloriajulho07.jpg'/></author></entry></feed>
